lógica pulsar
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— Sobre o estúdio

Sete anos lendo
sistemas por dentro.

Fundamos a Lógica Pulsar em março de 2019, no andar de cima de uma livraria em Pinheiros. O ponto de partida era uma frustração compartilhada por seis engenheiros: bom software era sistematicamente sacrificado pela pressa industrial do setor de tecnologia. Construímos o estúdio para devolver tempo ao ofício.

Origem — 01

Como o estúdio começou, e por que continua pequeno.

Não tínhamos plano de negócios. Tínhamos uma lista de práticas que considerávamos inegociáveis, e a hipótese de que existiria mercado para quem as defendesse.

Os primeiros dois anos foram austeros. Recusamos catorze projetos antes de aceitar o primeiro. A regra era simples: só assinaríamos contrato em que pudéssemos cumprir nossas práticas — ciclos de leitura antes do código, documentação no padrão que considerávamos correto, autonomia sobre escolhas técnicas. Cada projeto recusado nos dava razão; cada projeto aceito virava referência interna.

Em 2021 o estúdio chegou a quatorze engenheiros e parou de crescer. Não foi acidente. Hoje recebemos uma média de oito a dez convites por mês e seguimos aceitando entre seis e oito projetos por ano. A escala que defendemos para nossos clientes — sustentável, legível, reversível — vale também para nós.

§ Composição

A equipe vive entre São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre. Encontramos pessoalmente quatro vezes por ano, em residências de uma semana. Entre essas semanas, trabalhamos de forma assíncrona, com escrita ocupando o lugar que, em outras consultorias, é ocupado por reuniões. Cada engenheiro do estúdio mantém em média três projetos simultâneos, nunca mais que quatro.

Não temos sócios investidores, fundo de venture, dívida bancária ou cota de crescimento. A propriedade do estúdio é distribuída entre os engenheiros que estão há mais de três anos na operação. Esse arranjo decide quase tudo o que importa: para quem trabalhamos, em que ritmo, com qual critério.

Crescer devagar é uma decisão técnica, antes de ser uma decisão comercial.
— Andrea Vasconcelos, sócia-engenheira

Núcleo permanente — 06

Quem assina o trabalho que sai daqui.

AV

Andrea Vasconcelos

Sócia-engenheira, fundadora. Arquitetura de sistemas distribuídos. Anteriormente engenheira-chefe em uma instituição de pagamento regulada pelo Banco Central.

RM

Renato Mascarenhas

Sócio-engenheiro, fundador. Bases de dados, integridade transacional, contratos com fornecedores de infraestrutura. Doutor em sistemas pela UFRGS.

CS

Camila Saldanha

Engenheira sênior. Plataformas internas, observabilidade, ergonomia de ferramenta para times de operação. Ingressou no estúdio em 2020.

JR

Joaquim Rebouças

Engenheiro sênior. Sistemas de logística e otimização combinatória. Liderou o projeto da operadora rodoviária mencionado em nossos trabalhos.

MC

Mariana Cidade

Engenheira sênior. Segurança aplicada, conformidade com LGPD e padrões PCI-DSS. Audita arquiteturas antes da entrada em produção.

TL

Tomás Lobianco

Engenheiro sênior. Plataforma de dados e fundações analíticas. Acompanha a montagem dos pipelines de telemetria dos sistemas que entregamos.

— Encerramento

Continuamos no ofício porque ele é difícil.

Construir software que envelhece bem não é tarefa de ferramenta. É tarefa de leitura, de paciência, de decisão técnica feita com tempo. É isso que o estúdio defende.

Conversemos sobre um projeto específico.

Recebemos descrições por escrito antes da primeira reunião. Quanto mais concreto o relato, mais útil a leitura inicial.

Escrever para o estúdio